Panegírico de Assis Brasil será no sábado, dia 28

A Academia Piauiense de Letras realiza, no próximo sábado (28/05), às 10h, o panegírico do escritor Assis Brasil, falecido em 28 de novembro do ano passado, em Teresina, aos 92 anos.

A oração da saudade será proferida pelo professor e acadêmico Dilson Lages, com mensagem de agradecimento da professora Divaneide Carvalho.

O panegírico será realizado em sessão solene da Academia, aberta ao público, no auditório acadêmico Wilson Brandão, na sede da instituição, localizada na Av. Miguel Rosa, 3.300 – Centro-Sul.

O homenageado

Romancista, cronista, crítico literário e jornalista, nascido em Parnaíba, em 1932, Assis Brasil saiu muito jovem de sua cidade natal e teve uma intensa participação na imprensa nacional e na literatura.

Crítico Literário do Jornal do Brasil, 1956-1961; colunista literário do Caderno B do Jornal do Brasil 1963-64; crítico literário do Diário de Notícias, Rio, 1962- 63; do Correio da Manhã (Revista Singra e Suplemento Literário), Rio, 1962 e 1972; de O Globo (Arte e Crítica), 1969-1970; da Revista O Cruzeiro, Rio, 1965-1976; e do Jornal de Letras, 1964-1989.

Publicou artigos e ensaios nos seguintes órgãos culturais: Senhor, Mundo Nuevo, Revista do Livro, Leitura, Enciclopédia Bloch, Usina das Letras, suplemento de O Estado de São Paulo, Diário Carioca, Tribuna de Imprensa, Jornal do Comércio, Minas Gerais, Correio do Povo e O Povo.

Bibliografia

Publicou mais de 100 livros, destacando-se os romances da Tetralogia Piauiense – Beira Rio, Beira Vida, 1965; A Filha do Meio Quilo, 1966; O Salto do Cavalo Cobridor Pacamão; Ciclo do Terror: Os que Bebem como os Cães e outros.

Escreveu também os romances históricos: Nassau, Sangue e Amor nos Trópicos e Bandeirantes – os comandos da morte, etc.

Contos: Contos do Cotidiano Triste, História do Rio Encantado e outros. Ensaios: Faulkner e a Técnica do Romance.

Ultimamente, dedicava-se à Literatura Infantil.

 

Oton lança novo livro de contos na APL

A professora e acadêmica Socorro Rios Magalhães apresentou, na Academia Piauiense de Letras, o livro Em busca de uma rede na varanda.

A obra tem como autor o escritor e acadêmico Oton Lustosa e foi lançada neste sábado (14/05) no auditório da APL.

Em busca de uma rede na varanda compõe-se de 12 contos, que interpretam o cotidiano da vida. Temas como formação de opinião, internet, saudosismo, violência, sorte, política, subemprego, fracasso no casamento, desilusão e fé avultam na obra.

Outros, com singularidades inusitadas também se fazem presentes, todos, porém, com suporte na vida e suas circunstâncias.

O livro foi publicado pela Bienal e pode ser adquirido pelo site da editora e também na livraria Entrelivros.

Acadêmica Socorro Rios Magalhães apresenta novo livro de Oton.

Acadêmico Oton Lustosa lança novo livro de contos.

Academia vai lançar mais de 30 livros

O lançamento do livro Mário Faustino Revisitado – Textos Críticos e Antologia Comentada, de autoria do professor e acadêmico Carlos Evandro, marcou a retomada das atividades presenciais da Academia Piauiense de Letras.

A obra foi lançada no sábado passado (7/5), com apresentação da acadêmica Fides Angélica, secretária geral da APL e ocupante da Cadeira 40, que tem como patrono o poeta Mário Faustino.

A obra integra a Coleção Centenário, da Academia Piauiense de Letras, com o número 115.

Também foram lançados na ocasião outros dois números da Coleção: Criminologia das Multidões (Vol. 114), de Elias Oliveira, e Folhas soltas ao vento (Vol. 119), de Martins Napoleão, ambas com apresentação do acadêmico Nelson Nery Costa.

Outros lançamentos

As atividades presenciais da Academia estavam suspensas desde março de 2020, em função da Pandemia da Covid-19.

Elas foram retomadas em janeiro passado, de forma parcial e seguindo as normas sanitárias. Só agora a APL volta a realizar eventos totalmente presenciais.

O presidente da Academia, Zózimo Tavares, informou que mais de 30 livros serão lançados pela APL nas próximas semanas.

Climério Ferreira é eleito para a APL

O poeta, compositor e professor Climério Ferreira foi eleito para ocupar a Cadeira 36 da Academia Piauiense de Letras, vaga com o falecimento do escritor Assis Brasil.

A eleição foi realizada sábado passado (09/04), em segundo turno, na sede da APL.

Votaram 33 acadêmicos. Desse total, Climério obteve 24 votos e João Alves Filho, 8. Foi computado um voto em branco.

A posse do novo acadêmico será marcada para os próximos 90 dias.

O pleito foi conduzido pela Comissão Eleitoral da APL, presidida pelo acadêmico Reginaldo Miranda e composta pelos acadêmicos Dilson Lages, Elmar Carvalho, Fonseca Neto e Nelson Nery.

O novo acadêmico

Climério Ferreira nasceu em Angical do Piauí.  É professor aposentado da Universidade de Brasília. Desde 1975, já publicou 14 livros de poesia.

Seu 15º livro, intitulado “A música imóvel do tempo”, foi lançado no último Salão do Livro do Piauí, que o homenageou em sua 19ª edição, realizada em dezembro passado.

Climério Ferreira tem mais de 100 canções gravadas por intérpretes como Dominguinhos, Fagner, Ednardo, Elba Ramalho, Amelinha, Fernanda Takai e padre Fábio de Melo.

Comissão Eleitoral da APL

APL escolhe novo ocupante para cadeira de Assis Brasil

A Academia Piauiense de Letras (APL) realiza,  sábado (09/04), eleição para o preenchimento da Cadeira 36, que teve como último ocupante o escritor Assis Brasil, falecido em 28 de novembro do ano passado.

A votação será realizada entre 8 e 11 horas, na sede da APL, na Avenida Miguel Rosa, 3.300-Sul/Centro. Vários acadêmicos já anteciparam o voto, encaminhado em envelope lacrado à Academia.

Dois candidatos concorrem à cadeira de Assis Brasil, o poeta e compositor Climério Ferreira e o escritor João Alves Filho.

A eleição será realizada em segundo turno, pois no primeiro, ocorrido em 11 de março, nenhum dos candidatos conseguiu o quórum mínimo de 19 votos.

Climério Ferreira obteve 17 votos e João Alves conseguiu 5, empatando com o candidato Marcos Freitas e passando ao segundo turno por ser o mais idoso entre os mais votados em segundo lugar.

O processo vem sendo conduzido pela Comissão Eleitoral da APL, presidida pelo acadêmico Reginaldo Miranda e composta pelos acadêmicos Dilson Lages, Elmar Carvalho, Fonseca Neto e Nelson Nery.

Os candidatos

Climério Ferreira nasceu em Angical do Piauí.  É professor aposentado da Universidade de Brasília. Desde 1975, já publicou 14 livros de poesia. O 15º, intitulado “A música imóvel do tempo”, foi lançado no último Salão do Livro do Piauí, que o homenageou em sua 19ª edição.

Climério Ferreira tem mais de 100 canções gravadas por intérpretes como Dominguinhos, Fagner, Ednardo, Elba Ramalho, Amelinha, Fernanda Takai e padre Fábio de Melo.

João Alves Filho, servidor público federal aposentado, é presidente da Academia Campomaiorense de Artes e Letras (ACALE). “Vultos e Fatos da História de Campo Maior” é um dos livros de sua autoria.

Tem intensa participação na vida cultural de sua cidade e pertence ainda a outras instituições literárias, como Academia de Letras do Vale do Longá – ALVAL, Academia Maçônica de Letras do Piauí e Academia Piauiense de Mestres Maçons.

Também exerce atividade política em seu município, onde foi vereador. Nas eleições passadas, foi candidato a vice-prefeito pelo PSL.

APL renova cooperação cultural com a UFPI

A Academia Piauiense de Letras renovou com a Universidade Federal do Piauí o convênio de cooperação cultural entre as duas instituições.

O documento foi assinado pelo reitor Gildásio Guedes e o presidente da APL, acadêmico Zózimo Tavares, na sexta-feira (01/04), no Salão Nobre da Reitoria, no Campus da Ininga.

A UFPI e APL, através da colaboração, irão contribuir com recursos materiais para a viabilização de projetos culturais que envolverão a realização de pesquisas, cursos, palestras, seminários, concursos literários e eventos que atendam o público das duas instituições. 

Reitor da UFPI, professor Gildásio Guedes.

O convênio possibilita a valorização da literatura também através de edições e reedições de obras literárias de autores piauiense em formatos físicos e digitais.

Para o reitor Gildásio Guedes, a renovação da cooperação, interrompida no período da pandemia da Covid-19, será de grande importância para a Universidade, pois irá trazer grandes benefícios para a comunidade acadêmica.

“Será um intercâmbio cultural importantíssimo, porque a Academia Piauiense de Letras é uma instituição efervescente de divulgação da cultura e dos grandes nomes de intelectuais do nosso estado. Queremos apoiar e divulgar o que temos de melhor no Piauí”, afirmou o reitor.

Presidente da APL, acadêmico Zózimo Tavares.

O presidente da APL afirma que a parceria é de muito significado para a cultura, de um modo geral, e para a literatura, em particular.

“Com a sensibilidade e a preocupação da UFPI com a cultura e a educação, podemos realizar ações mútuas nas duas instituições e promover ainda mais a literatura piauiense e a educação”, confia o acadêmico.

APL recebe Tony Batista na Cadeira 22

O padre Tony Batista é o mais novo membro da Academia Piauiense de Letras.

Ele tomou posse na Cadeira 22 em sessão solene realizada na noite da última sexta-feira, dia 1º de abril, sob a presidência do acadêmico Zózimo Tavares.

O discurso de saudação ao novo imortal foi proferido pelo acadêmico Fonseca Neto.

A cerimônia foi realizada no auditório Dom Avelar Brandão Vilela, no bairro de Fátima, com a presença de acadêmicos, autoridades e outros convidados.

Ele assumiu a cadeira que até agosto do ano passado foi ocupada pelo desembargador, professor e escritor Nildomar da Silveira Soares.

Homenagens

Em seu discurso de posse, o novo acadêmico reverenciou a memória do patrono da Cadeira 22, Miguel de Sousa Borges Leal Castelo Branco, e a de todos os seus ocupantes.

Também discorreu sobre os sacerdotes que já integraram a APL, entre eles Dom Avelar Brandão Vilela, monsenhor Chaves e os padres Cirilo Chaves, Cláudio Melo e Raimundo José Airemoraes Soares.

Ele homenageou também o dramaturgo Jônatas Batista, um dos fundadores da APL, e o poeta Zito Batista, da primeira geração de acadêmicos, ambos seus parentes.

O professor Fonseca Neto discorreu sobre a trajetória sacerdotal e intelectual do novo acadêmico.

O novo acadêmico

O padre Tony Batista tem 75 anos. É natural de São Pedro do Piauí. Filósofo e teólogo, com mestrado pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, é também professor universitário, jornalista e escritor.

Além da sua formação religiosa, ele possui especialização em Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica de Santiago (Chile).

Na sua produção literária destaca-se o livro “Memórias de Um Peregrino”, no qual relata as suas experiências de 32 viagens à Terra Santa.

Wilson Gonçalves – Perfil Biográfico

Acadêmico Wilson Gonçalves.

Por Francisco Miguel de Moura*

O acadêmico e escritor Wilson Carvalho Gonçalves nasceu em 21-04-1923, em Barras-PI, e faleceu em 15-10-2021, em Teresina-PI. Formado em Farmácia, funcionário público aposentado, professor, pesquisador e historiador. o Acadêmico WILSON CARVALHO GONÇALVES foi, por sua operosidade, sua lhaneza, seu caráter e sua simplicidade, uma figura das mais simpáticas da Casa de Lucídio Freitas. Entre suas obras históricas merecem destaque o “Roteiro Cronológico da História do Piauí” e a “Antologia da Academia Piauiense de Letras”.

Fez o curso primário no Grupo Escolar “Matias Olímpio”, em Barras, e o curso secundário no Liceu Piauiense. Formado pela Faculdade de Farmácia do Rio de Janeiro, foi membro do Conselho Regional de Farmácia do Piauí, durante três mandatos.  Na sua vida profissional fez diversos cursos e exerceu funções diversas, entre as quais contam-se as de Auditor Fiscal da Secretaria da Receita Federal, Secretário da Interventoria Federal do Piauí, Secretário da Delegacia do Ministério da Fazenda, Chefe do CETREMFA-PI e Coordenador da ESAF-PI (Escola Superior de Administração Fazendária).

Membro da nossa Academia, onde ocupava a cadeira nº 12, patroneada por Coelho Rodrigues, pertence também ao Instituto Histórico e Geográfico do Piauí e à Academia de Letras do Vale do Longá. Recebeu, da Academia Paulistana de História do Estado de São Paulo, o Prêmio “Clio de História”, em 1998, de reconhecimento pela obra “Grande Dicionário HistóricoBiográfico Piauiense”.  Mais algumas honrarias constam do seu currículo como “Diplomas de Honra ao Mérito” conferidos pelo Conselho Federal de Farmácia e pela Escola Superior de Administração Fazendária, Brasília – DF, por exemplo.

Publicou os seguintes livros: “Terra dos Governadores” (1987), “Os Homens que Governaram o Piauí” (1989), “Teresina – Pesquisas Históricas” (1991), “Dicionário Histórico-Biográfico Piauiense” (lª e 2ª edições, respectivamente 1992 e 1993), “Vultos da História de Barras” (1994), “Roteiro Cronológico da História do Piauí” (1996); “Grande Dicionário Histórico-Biográfico Piauiense” (1997) e “Antologia da Academia Piauiense de Letras” (2000). Deixou ainda inédito: “História Administrativa e Política do Piauí”.

Conhecia-o, primeiramente, como pesquisador e historiador, não como crítico. Mas, depois,  no encarte “Lucílio de Albuquerque” comparece também como um ótimo crítico de arte.  Do grande apreciador da arte, coisa que eu já sabia, e não poderia ser diferente, com o exemplo que tinha em sua própria casa – sua filha, Josefina Gonçalves, uma artista plástica do mais alto gabarito, experimentadora e realizadora – Wilson Gonçalves se saiu muito bem.  Basta ler-se “Figuras Notáveis da História do Piauí” fascículo 3, da série publicada pelo jornal “Meio Norte”,  focalizando o pintor Lucílio de Albuquerque, autor que foi do referido fascículo, nascido, como ele, em Barras-PI e se tornou nome nacional, na arte. Wilson Carvalho Gonçalves.  Lembramos, por oportuno, que todos os fascículos da série acima referenciados tiveram a finalidade de divulgar a vida e a obra dos homens importantes que fizeram nosso Estado, afim de que se sejam sempre lembrados e reverenciados.  Os fascículos, se não me engano, foram 16, ao todo. O Prof. Raimundo Nonato Monteiro de Santana, então presidente da APL, demonstrou ser muito ativo no que diz respeito a publicações da e sobre a Academia. Digo isto porque, na época, eu era o seu Secretário Geral e o acompanhava nesse trabalho, visitando pessoas e empresas que pudessem prestar colaboração. Lembro do “Banco do Nordeste” e da “Caixa Econômica”, além do empresário João Claudino, entre os que pedimos colaboração para tanto. Assim, como colaborador, além do trabalho de organização e revisão, eu assinei dentre os fascículos mencionados os que versaram sobre Fontes Ibiapina e Félix Pacheco.

Enfim, a memória de Wilson Gonçalves, entre nós acadêmicos, é a de uma pessoa simples, cordata e culta, humana e sensível, que deixa seus traços de verdade, nas obras escritas com caráter e paciência, sempre cuidadoso na consulta das fontes mais seguras.

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*Francisco Miguel de Moura, poeta e prosador, membro da Academia Piauiense de Letras.

Wellington Dias toma posse na APL

Imagens: Carlos Rubem e Assessoria APL

Sessão de posse de Wellington Dias, novo ocupante da Cadeira 12.

Sessão de posse de Wellington Dias, novo ocupante da Cadeira 12.

O governador e escritor Wellington Dias tomou posse ontem (19/03) na Cadeira 12 da Academia Piauiense de Letras.

A Sessão Solene de Posse foi realizada no Teatro do Centro de Convenções de Teresina, sob a condução do presidente da APL, Zózimo Tavares, que fez o discurso de saudação.

Além de acadêmicos e acadêmicas, compareceram ao evento e compuseram a mesa de honra a vice-governadora Regina Sousa, a primeira-dama e deputada federal Rejane Dias, a vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano, e os deputados federais Flávio Nogueira e Dr. Damião, este da bancada paraibana.

O reitor da Universidade Federal do Piauí foi representado pelo professor Fenelon Rocha e o prefeito de Teresina pelo secretário municipal de Planejamento, João Henrique Sousa.

Também se fizeram presentes o reitor da Universidade Estadual do Piauí, Evandro Alberto, o presidente do Conselho Estadual de Cultura, acadêmico Nelson Nery Costa, o desembargador Sebastião Martins, o procurador-chefe do Ministério Público Estadual, Cleando Moura, e a artista plástica Josefina Gonçalves, filha do último ocupante da Cadeira 12, historiador Wilson Carvalho Gonçalves.

Familiares do novo acadêmico, secretários de Estado e outros convidados, como o ex-governador Wilson Martins, também participaram da solenidade.

Wellington Dias foi conduzido ao seu assento à mesa de honra por uma comissão especialmente designada pelo presidente, composta pelos acadêmicos Magno Pires, vice-presidente da APL, Moisés Reis (oeirense, como o empossando) e Carlos Evandro (o mais novo membro da Academia).

Os trabalhos do cerimonial foram coordenados pela secretária-geral da APL, Fides Angélica.

Wellington Dias recebeu o diploma de membro efetivo e perpétuo da APL das mãos de sua esposa, que fez também a aposição das vestes e insígnias acadêmicas.

APL recebe Wellington Dias na Cadeira 12

Imagem: Ascom/APL

Wellington Dias na Academia, após sua eleição para a Cadeira 12.

A Academia Piauiense de Letras recebe, neste sábado (19/03,) um novo membro.

O governador e escritor Wellington Dias vai tomar posse na Cadeira 12, que teve como último ocupante o acadêmico Wilson Carvalho Gonçalves.

Ele foi eleito para a Academia em 12 de fevereiro passado.

A Sessão Solene de Posse do novo imortal será realizada no Centro de Convenções de Teresina, no formato híbrido, a partir das 18 horas.

O discurso de recepção ao novo acadêmico será proferido pelo presidente da APL, Zózimo Tavares.

O novo acadêmico

Radialista, bancário e político, José Barroso de Araújo Dias Wellington começou a escrever ainda na juventude. Estreou em 1980 com um livro de contos premiado, “Macambira”.

Aos 20 anos, ingressou no Curso de Letras da Universidade Federal do Piauí.

Seguiu escrevendo e, mais adiante, teve vários outros contos premiados, como o “Maria Valei-me” (1984) – que recebeu menção honrosa pelo Concurso de Contos João Pinheiro, da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Escreveu as peças “Reisados da Minha Terra” e “Estamos Todos Inocentes”.

Foi incluído nas coletâneas “O Conto na Literatura Piauiense” (1981) e “Novos Contos Piauienses” (1984).

Seus dois últimos livros publicados foram “As Tiradas de Tio Sinhô” (2007) e “A melancia do presidente” (2018).