Conheça os acadêmicos que ocuparam a Cadeira nº 3 da Academia Piauiense de Letras

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Por: Assessoria

Data: 20/10/2026

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De escritor e magistrado a professor universitário, a história da Cadeira nº 3 reúne personalidades que contribuíram para a vida intelectual e cultural do Piauí

A Cadeira nº 3 da Academia Piauiense de Letras (APL) tem uma trajetória marcada pela atuação de escritores, juristas e intelectuais. Seu patrono é o padre Joaquim Sampaio Castelo Branco, e, desde a fundação da instituição, diferentes acadêmicos assumiram a posição. Entre eles estão Fenelon Ferreira Castelo Branco, Cromwell Barbosa de Carvalho, João Gabriel Baptista e Jesualdo Cavalcanti Barros. Atualmente, a cadeira é ocupada por Plínio da Silva Macêdo.

Conheça a trajetória dos acadêmicos:


Joaquim Sampaio Castelo Branco – patrono

O padre Joaquim Sampaio Castelo Branco é o patrono da Cadeira nº 3. A homenagem preserva a memória de sua trajetória na história piauiense e o reconhecimento de seu nome pela instituição. Ele dá nome à cadeira, mas não integra a sequência de ocupantes.

Fenelon Ferreira Castelo Branco – primeiro ocupante

Fenelon Ferreira Castelo Branco

Nascido em Barras, no Piauí, em 1874, Fenelon Ferreira Castelo Branco foi advogado, magistrado, jornalista, historiador e poeta. Formado pela Faculdade de Direito do Recife, atuou como juiz em Teresina e participou da fundação da Academia Piauiense de Letras. Entre suas obras estão Ano de Luto, Das Galerias e Cronologia da Família Castelo Branco no Piauí. Morreu em 1925, no município de União.

Cromwell Barbosa de Carvalho – segundo ocupante

Cromwell Barbosa de Carvalho

Natural de Amarante, no Piauí, Cromwell Barbosa de Carvalho nasceu em 1883 e construiu uma trajetória profissional ligada ao Direito, ao jornalismo e à literatura. Foi desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí, promotor público, chefe de polícia e professor, além de participar da fundação da Faculdade de Direito do estado. Também se destacou como poeta e publicou obras como Município Versus Estado e Sonetos, lançado postumamente. Morreu em Teresina, em 1974.

João Gabriel Baptista – terceiro ocupante

João Gabriel Baptista nasceu em 1920 e integrou a sequência de acadêmicos que ocuparam a Cadeira nº 3. Seu nome faz parte da história da Academia Piauiense de Letras, que registra sua passagem pela posição antes de Jesualdo Cavalcanti Barros. Para acrescentar informações sobre sua formação, atuação profissional e produção intelectual, é necessário consultar uma biografia específica do acadêmico, evitando atribuir a ele dados ainda não confirmados.

Jesualdo Cavalcanti Barros – quarto ocupante

Jesualdo Cavalcanti Barros

Nascido em Corrente, no sul do Piauí, em 1940, Jesualdo Cavalcanti Barros foi advogado, político e pesquisador da história regional. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, exerceu mandatos como vereador, deputado estadual e deputado federal constituinte, além de presidir a Assembleia Legislativa do Piauí e o Tribunal de Contas do Estado. Após se aposentar, dedicou-se à pesquisa histórica e publicou livros como Notícia do Gurgueia, Gurgueia: Espaço, Tempo e Sociedade e Memórias dos Confins. Ingressou na APL em 2010 e morreu em 2019.

Plínio da Silva Macêdo – atual ocupante

Plínio da Silva Macêdo

Natural de São Raimundo Nonato, no Piauí, Plínio da Silva Macêdo nasceu em 1957 e é cirurgião-dentista e professor titular da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Doutor em Periodontia pela Universidade de São Paulo (USP), também possui atuação acadêmica na área da Odontologia. Tomou posse na Academia Piauiense de Letras em 9 de novembro de 2019, sucedendo Jesualdo Cavalcanti Barros na Cadeira nº 3.

A trajetória da Cadeira nº 3 evidencia a diversidade de contribuições que compõem a história intelectual do Piauí, reunindo nomes ligados à literatura, ao Direito, ao ensino e à pesquisa histórica.

Por Pâmela Chaves

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