APL presta homenagem a professor Santana neste sábado (15)

Os membros da Academia Piauiense de Letras se reúnem neste sábado (15) para o panegírico de Raimundo Nonato Monteiro de Santana, carinhosamente conhecido como professor Raimundo Santana, falecido aos 82 anos, em junho deste ano.

A homenagem será comandada pelo presidente da instituição, Nelson Nery Costa. Em seu discurso, Nelson destacará a presença e a atuação do professor Raimundo Santana na cultura e na produção de conhecimento piauienses.

 

“O que realmente o professor Monteiro de Santana buscava em suas pesquisas e estudos? Não a fórmula da pedra-filosofal para transformar o barro piauiense em ouro, como se fosse por magia e não pelo esforço. Ao contrário. Em suas reflexões demonstrava a necessidade do planejamento estratégica, do rigor científico e da paciência para se seguir passo a passo o roteiro necessário ao desenvolvimento.  A sua própria vida indicava que o trabalho e a meditação era o nexo correto para a redenção de uma terra pobre e inexpressiva”, afirma Nelson.

 

A vida de Raimundo Santana foi profícua. Além de advogado, foi professor de economia tanto na Universidade Federal do Piauí quanto da Universidade de Brasília. Foi um intelectual preocupado com a economia do Estado e dedicou suas publicações a esse tema. Mas também se dispôs a servir ao povo de sua terra, elegendo-se prefeito de Campo Maior.

 

“Depois de longo silêncio, em que se colocou, nos últimos anos como se ainda meditasse sobre o sentido da vida e sobre o destino do povo do Piauí, resolveu agora partir dessa nossa existência. Em meados de 2018, nos deixou, para virar uma estrela no céu, destinos dos heróis brasileiros, como na lenda contada por Macunaína de Oswald de Andrade”, finaliza Nelson Nery.

APL se reinventa e fica cada vez mais perto do público

Na última semana, a Academia Piauiense de Letras (APL) recebeu a apresentação do sarau literário “Cora e Adélia, receita de poesia em um dedo de prosa”, aliado a isso a instituição centenária prepara um curso de francês gratuito, que começará a ser oferecido no próximo sábado (25), tendo como abordagem textos clássicos da língua.

Com tantas novidades, a APL se aproxima cada vez mais do público, já que recentemente também passou a contar com um site moderno e atualizado, levando a literatura piauiense para um número maior de pessoas. “A academia já tem tentado fazer isso, de aumentar seu público, de interagir com as outras formas de arte, e acho que apesar do nosso espaço ser pequeno podemos ampliar essa ideia”, sinalizou o presidente da instituição Nelson Nery Costa.

Até o final deste ano, a Academia programa uma série de ações, dentre as quais a realização de um concurso literário no ensino médio do Piauí. Além disso, a APL prepara o Seminário Piauí 2100, previsto para novembro, que promoverá um olhar para o futuro do nosso Estado. Dentre os palestrantes do Seminário Piauí 2100 está confirmada a presença do economista Raul Velloso.

APL oferta curso de francês gratuito aos sábados; inscrições abertas

Com uma proposta de abordagem dos textos clássicos da língua francesa para estudar o idioma, a Academia Piauiense de Letras oferta, de forma gratuita, o curso “Francês na Academia”. Segundo o professor Luís Hernan Mendoza, coordenador do curso, as aulas serão ministradas aos sábados, das 8h às 9h30, com uma duração de quatro meses.

“Daremos início ao curso no próximo sábado (25). Como temos essa forma de abordagem, tanto quem já tem alguma noção do idioma quanto quem não conhece nada de francês poderá assistir às aulas. A proposta é fazer as pessoas se familiarizarem com o idioma a partir de obras clássicas dos autores mais conhecidos da língua francesa”, explica Luís Hernan Mendoza.

Textos de Jean-Paul Sartre, Victor Hugo, Marcel Proust, Jules Verne, Denis Diderot, Émile Zola, Voltaire, Antoine de Saint-Exupéry, Georges Simenon, Molière, Pierre Corneille, Gustave Flaubert, Boris Vian, Charles Baudelaire e tantos outros serão utilizados como pano de fundo para a explanação do conteúdo do curso – ortografia, sintaxe, conjugação verbal e tópicos de gramática em geral. Além das aulas presenciais, também será disponibilizado material para leitura e estudo em plataforma digital.

Segundo o presidente da APL, Nelson Nery Costa, a academia cumpre sua função de fomentar a literatura e incentivar o conhecimento. “A Academia tem uma função social e, além de produzir literatura, temos buscado incentivar e disseminar o conhecimento literário. Então, temos o prazer de abrir as portas da Casa de Lucídio Freitas para esse curso e esperamos ver nosso auditório cheio. É um curso com formato interessante porque, além de nos mostrar a estrutura da língua francesa, nos permite conhecer também um pouco dos principais autores franceses de todos os tempos”, comenta.

Os interessados podem fazer a inscrição na sede da academia, pela manhã. A academia fica localizada na avenida Miguel Rosa, 3300, centro/sul. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3221-1566.

APL realizará uma série de eventos até o final do ano

A Academia Piauiense de Letras continua com uma programação repleta de eventos até o final do ano. Sempre em movimento, a instituição centenária realizará o lançamento de novos livros, e ainda prospecta a concretização de um concurso literário no ensino médio do Piauí. Além disso, a APL prepara o Seminário Piauí 2100, previsto para novembro, que promoverá um olhar para o futuro do nosso Estado. “A academia continua sua programação do centenário, com muitos eventos ainda programados, nós inclusive conseguimos fazer uma captação com o SIEC e a ideia é que façamos dois eventos neste semestre: um concurso literário no ensino médio do Piauí, e um seminário que estamos chamando para Piauí 2100 previsto para novembro”, indicou o presidente da Academia Piauiense de Letras, o advogado Nelson Nery Costa.

Segundo o líder da APL, dentre os palestrantes do Seminário Piauí 2100 está confirmada a presença do economista Raul Velloso. “Inclusive lançaremos também um livro do João Paulo dos Reis Velloso. Temos ainda uma programação da revista da Academia Piauiense de Letras, que também faz 100 anos em 2018, então estamos preparando dois números para ela”, disse.

Nelson Nery sinaliza que já neste mês serão lançadas novas publicações, como por exemplo, as obras: Contribuições ao Desenvolvimento do Piauí e do Brasil, de Francisco Guedes Alcoforado Filho; e Oeiras nas Lutas pela Independência no Norte do Brasil, de Carlos Hermes Ferreira da Cruz. “Há uma série de lançamentos de livros, agora para agosto, por exemplo, temos o lançamento do livro do professor Guedes, tem previsto ainda o Sarau da Cora Coralina, estamos planejando também o Panegírico do Professor Santana, então vamos ter muito trabalho”, sinalizou o presidente da Academia.

Emoção marca homenagem a Herculano Moraes no Academia Piauiense de Letras

O tom foi de emoção em homenagem realizada na Academia Piauiense de Letras (APL) ao escritor e jornalista Herculano Moraes no último sábado (23). Os imortais da instituição centenária se uniram a amigos, familiares e admiradores da obra e vida do confrade falecido para um panegírico. “É um momento de muita saudade, nós ainda vamos homenagear muito o Herculano”, disse o presidente da APL, Nelson Nery Costa.

Viúva de Herculano, Nilza Moraes leu o texto ‘Se o Amanhã não Vier’, detalhando o quão especial era o seu marido e a saudade que ficou com sua partida. Emocionada, ela fez uma singela reflexão sobre a vida e a necessidade de reafirmarmos dia após dia o amor. “A gente sempre acredita que haverá um amanhã, mas o dia de amanhã não está prometido para alguém, o hoje pode ser a única coisa que nós temos, então não perca a chance de dizer a quem você tem por perto o quanto que você os ama”, afirmou.

A solenidade foi conduzida pelo colega de profissão e de Academia Zózimo Tavares. Na ocasião, também ocorreu o descerramento de uma placa em homenagem ao escritor; membros do Sindicato dos Jornalistas do Piauí também estiveram presentes no panegírico.

Academia Piauiense de Letras presta homenagem ao escritor Herculano Moraes

Os imortais da Academia Piauiense de Letras se unem a amigos, familiares e admiradores da obra e vida do jornalista e escritor Herculano Moraes, para um panegírico. A solenidade, tradicional momento em que os acadêmicos homenageiam o confrade falecido, acontecerá no próximo sábado (23), às 10h, na sede da APL.

A solenidade será conduzida pelo colega de profissão e de Academia Zózimo Tavares. “Vou discorrer sobre a sua trajetória jornalística e literária e destacar a contribuição que ele deu à imprensa e às letras, durante mais de 50 anos de intensa atuação como um dos mais destacados intelectuais de sua geração. O marco inicial dessa trajetória é a fundação do Círculo Literário Piauiense (Clip), em 1968, culminando com sua ascensão, mais tarde, à Academia Piauiense de Letras, de onde irradiou a sua marcante ação com vistas ao incentivo à leitura, à produção cultural e à difusão dos autores do Piauí”, explica Zózimo.

 

Falecido no dia 17 de maio, Herculano Moraes foi homenageado no dia 02 do mesmo mês pela passagem do seu aniversário de 73 anos. Ele ocupava a cadeira de número 18 e estava no exercício do cargo de secretário geral da Academia. Porém, sua vida foi construída sob uma constante e ativa vontade de participação em movimentos literários e produção contínua, desbravando e fundando academias de letras em várias cidades do Piauí.

 

Abraçou cedo a profissão de jornalista, exercendo as funções de repórter, redator e editor dos principais jornais do Piauí. Começou como repórter de polícia no Jornal A Voz do Piauí. Atuou no Jornal do Piauí e no O Liberal. Foi secretário de redação e editorialista dos jornais O Estado, Diário do Povo e Correio do Piauí. Foi ainda repórter, redator, editorialista e editor do Jornal O Dia. Atuou no rádio como produtor do Grande Jornal Falado A Voz da Notícia, noticioso da Rádio Clube de Teresina.

 

Com jornalistas e intelectuais fundou a UBE-PI e o Círculo Literário Piauiense – CLIP, que revelaria para a literatura nomes como Hardi Filho, Francisco Miguel de Moura, José Magalhães da Costa, Osvaldo Lemos e Geraldo Borges.

 

Na política, foi vereador de Teresina, secretário de Estado de Comunicação Social no Governo Lucídio Portella e Assessor Especial no Governo Mão Santa. Foi diretor do Theatro 4 de Setembro, da Casa Anísio Brito e do Museu Histórico do Piauí. E em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados, recebeu título de cidadania nos municípios de Barras, Campo Maior e Teresina.

 

Como escritor, foi poeta citado em inúmeras antologias nacionais. Historiador da literatura, cronista, articulista, autor de várias obras em que se destacam Murmúrios ao Vento, Território Bendito, Meus Poemas Teus, Legendas (Poesias), Ethos (crônicas e artigos), Fronteiras da Liberdade (romance) e ainda Visão Histórica da Literatura Piauiense, livro referencial da historiografia literária, em sua 8ª edição.

 

Como intelectual, pertenceu à Academia Piauiense de Letras, à Academia de Letras do Vale do Longá, Academia de Letras do Médio Parnaíba, Academia de Ciências do Piauí, de que foi presidente, Academia de Letras, História e Ecologia da Região Integrada de Pastos Bons (Maranhão), Academia do Leste Maranhense, entre outras instituições no Estado e no país. Foi presidente honorário da Academia Piauiense de Jornalismo e presidente de honra da Academia Piauiense de História, padrinho da Academia Juvenil de Letras do Pro Campus, da Academia de Letras da Unidade Escolar Nossa Senhora da Paz e da Academia Campomaiorense de Letras.

No primeiro romance de Fides Angélica, o tempo é o fio condutor

A Academia Piauiense de Letras (APL) lança, neste sábado (16), o primeiro romance da jurista Fides Angélica: ‘Presença do Tempo’. Com experiência na área do Direito e da Política, a escritora se aventura em uma história marcada por personagens simples e ricos de princípios morais, utilizando o tempo como arcabouço para as mudanças e superação de entreveros. “É o meu primeiro romance, sempre escrevi muito, mas só na área de direito e política, tenho livros didáticos, não-didáticos, então o Nelson (Nery) me cobrou um romance e eu fiz um romance de pessoas simples, que não são ricas, mas que têm muitos princípios morais, éticos, pessoas trabalhadoras, que foram vencendo pelo seu próprio trabalho, é um livro que fica em aberto”, indica a escritora.

No livro ‘Presença do Tempo’ os finais possíveis são “vários”, estimulando o leitor a imaginar sobre os desdobramentos do romance. “Eu deixei em aberto, porque minha intenção é dar continuidade com os personagens do primeiro livro, incluindo outros também”, revela a autora.

O primeiro romance de Fides Angélica é mais uma obra que constitui a coleção centenário, que desde 2016 traz obras que reúnem informações, histórias, fatos, relatos e imagens que retratem a história da Academia, como também do povo piauiense e de sua cultura. “Foi um desafio muito grande, porque eu nunca tinha me envolvido com romance, eu leio muito desde jovem, livros clássicos, livros nacionais e também estrangeiros, mas essa minha avidez de ler não significa que me tornei apta para escrever uma ficção, eu nunca tinha pensado em ficção, quando o Nelson (Nery) me cobrou, comecei a escrever e é um romance muito simples, com pessoas de boa formação, bons princípios e que procuram ter uma vida honesta. Não é um romance inovador, só que eu dividi em tempos os capítulos, não é dividido em capítulos e sim em tempos, é a presença do tempo, o tempo determinando a maneira deles agirem, tudo em um tempo e eu pretendo escrever um outro continuando o tempo”, frisou Fides Angélica.

Nota de pesar

É com profundo pesar que a Academia Piauiense de Letras, consternada com o falecimento do acadêmico Raimundo Nonato Monteiro de Santana, solidariza-se com os familiares e diversos amigos que nosso confrade deixa nesse plano.

Informa ainda que o velório está acontecendo na Capela Jardim da Ressurreição e o sepultamento ocorrerá às 17h. Raimundo Nonato Monteiro de Santana ocupava a cadeira 32 da APL.

Academia Piauiense de Letras lança novos livros da coleção Centenário

A Academia Piauiense de Letras lançou no último sábado, 09 de junho, novas publicações da Coleção Centenário. Os livros lançados, foram: A Criação Universal, Leonardo das Dores Castelo Branco; Dicionário de Brasileirismos no Piauí, de Fontes Ibiapina; É preciso filosofar, de Manfredi Mendes de Cerqueira; e Lendas e Superstições do Norte do Brasil, de João Alfredo de Freitas.

Em evento liderado pelo presidente da APL, Nelson Nery Costa, as obras foram apresentadas para o público, consolidando a importância histórica da coleção para a literatura piauiense. Na segunda edição do ‘Dicionário de Brasileirismo no Piauí’, por exemplo, Fontes Ibipiana traz um valioso registro de vocábulos que vão muito além da obra, enaltecendo nossa cultura. “Fontes Ibiapina foi um grande observador do mundo. Permitam-me dizer, um grande avó. Contador de histórias, colecionador de coisas e cacarecos, distribuidor de causos e de palavras de um menino de fazenda”, indicou a neta de Fontes Ibiapina, Laila Ibiapina Caddah.

Reeditado pela APL, em ‘Lendas e Superstições do Norte do Brasil’, João Alfredo de Freitas analisa a psicologia do povo, principalmente os mais incultos, com suas crendices, lendas, fantasias e superstições. A obra foi publicada pela primeira vez em 1884.

COLEÇÃO CENTENÁRIO – A coleção traz para os piauienses obras que reúnem informações, histórias, fatos, relatos e imagens que retratem a história da Academia. “Estamos realizando uma série de eventos em homenagem aos 100 anos da APL; a Coleção Centenário é um desafio editorial e não tem nada similar no Brasil”, indicou o presidente da APL, Nelson Nery Costa.

A instituição está desenvolvendo uma programação desde dezembro do ano passado em que comemora os seus 100 anos. Entre os eventos, já ocorreu a entrega da Medalha do Centenário a mais de 50 personalidades que contribuíram ou tem contribuído para a literatura piauiense. Também já ocorreu a inauguração do Museu da Cultura Literária Piauiense, instalado na Casa de Lucídio Freitas, sede da Academia.

Além disso, a Coleção Centenário vem, desde 2016, fazendo um resgate de obras antigas, importantes, escritas por intelectuais renomados, que tratam sobre o Piauí e sobre tudo que se relaciona com o Estado.

Academia Piauiense de Letras lança novos livros da coleção Centenário

A Academia Piauiense de Letras lançou no último sábado (09/06) novas publicações da Coleção Centenário. Os livros lançados, foram: A Criação Universal, Leonardo das Dores Castelo Branco; Dicionário de Brasileirismos no Piauí, de Fontes Ibiapina; É preciso filosofar, de Manfredi Mendes de Cerqueira; e Lendas e Superstições do Norte do Brasil, de João Alfredo de Freitas.

Em evento liderado pelo presidente da APL, Nelson Nery Costa, as obras foram apresentadas para o público, consolidando a importância histórica da coleção para a literatura piauiense. Na segunda edição do ‘Dicionário de Brasileirismo no Piauí’, por exemplo, Fontes Ibipiana traz um valioso registro de vocábulos que vão muito além da obra, enaltecendo nossa cultura. “Fontes Ibiapina foi um grande observador do mundo. Permitam-me dizer, um grande avó. Contador de histórias, colecionador de coisas e cacarecos, distribuidor de causos e de palavras de um menino de fazenda”, indicou a neta de Fontes Ibiapina, Laila Ibiapina Caddah.

Reeditado pela APL, em ‘Lendas e Superstições do Norte do Brasil’, João Alfredo de Freitas analisa a psicologia do povo, principalmente os mais incultos, com suas crendices, lendas, fantasias e superstições. A obra foi publicada pela primeira vez em 1884.

COLEÇÃO CENTENÁRIO – A coleção traz para os piauienses obras que reúnem informações, histórias, fatos, relatos e imagens que retratem a história da Academia. “Estamos realizando uma série de eventos em homenagem aos 100 anos da APL; a Coleção Centenário é um desafio editorial e não tem nada similar no Brasil”, indicou o presidente da APL, Nelson Nery Costa.

A instituição está desenvolvendo uma programação desde dezembro do ano passado em que comemora os seus 100 anos. Entre os eventos, já ocorreu a entrega da Medalha do Centenário a mais de 50 personalidades que contribuíram ou tem contribuído para a literatura piauiense. Também já ocorreu a inauguração do Museu da Cultura Literária Piauiense, instalado na Casa de Lucídio Freitas, sede da Academia.

Além disso, a Coleção Centenário vem, desde 2016, fazendo um resgate de obras antigas, importantes, escritas por intelectuais renomados, que tratam sobre o Piauí e sobre tudo que se relaciona com o Estado.